Ensaísta recebeu prêmios como Ruth Lilly Poetry Prize e National Book Award.
A poeta e ensaísta Adrienne Rich, ícone da literatura feminista, morreu aos 82 anos, na terça-feira em sua casa em Santa Cruz, na Califórnia. A nora Diana Horowitz disse que Adrienne não resistiu as complicações de uma artrite reumatoide, doença da qual sofria há anos.A poeta, assumida, escreveu abertamente como lésbica pela maior parte de sua vida adulta, em uma época que a homossexualidade era amplamente condenada na sociedade norte-americana. Tornou-se assim, pioneira na luta pelos direitos das mulheres e de outras minorias.
Adrienne, que era celebrada tanto por suas reflexões profundamente pessoais sobre sua vida quanto por comentários sociais mordazes, recebeu diversas honras incluindo o Ruth Lilly Poetry Prize e National Book Award.
"Ela realizou em verso o que Betty Friedan, autora de 'A Mística Feminina', fez na prosa", escreveu Margalit Fox sobre o bardo da pioneira feminista, no obituário do The New York Times. Já o site da Poetry Foundation chamou-a de "uma das principais intelectuais públicas dos EUA".
A poeta nasceu em Baltimore, em 1929, seu pai era um renomado patologista e professor da John Hopkins. Sua mãe era pianista. Ela se formou na Radcliff University e se casou com um professor de economia de Harvard, Alfred Conrad, em 1953, com quem teve três filhos. Seu marido morreu em 1970 e seis anos mais tarde ela foi morar junto com sua parceira Michelle Cliff.
Fonte @noticiagay
Ícone feminista, a poeta Adrienne Rich, faleceu aos
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